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"Para experimentar um certa quantidade de felicidade você também deve experimentar a mesma quantidade de infelicidade, como pagamento. Em outras palavras: um ponto de vista mais alto exige um vale mais profundo."

segunda-feira, setembro 13

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pensamentos soltos enquanto me sinto só II

Eu estou ficando cada dia mais confusa com tudo isso. Estou odiando ficar assim. Não consigo mais entender o que sinto... Quando parece que vai melhorar parece que começa a piorar... Estou sentindo meu coração ser massacrado pela pressão, como se fosse uma mão apertando algo.
Está doendo muito e eu não sei mais quem eu sou, oque eu posso fazer nem sentir. Não sei mais o que é real. Quando estou esperando a tua presenã você me deixa só, e quando aceito tal ação você simplismente volta... Quero chorar até desidratar.
Sinto falta dos momentos bons, dos beijos, das carícias, queria tudo sincero, estar sempre ligada em você. Seu cheiro, seu sorisso, suas brincadeiras, seu calor, tudo... É tão bom - me arrepio de pensar no "nós". Tudo se torna mais difícil... Sempre estou esperando mais, mas etou sempre esperando você. Apesar de toda minha ira e do meu jeito, meu sentimento por ti é tão forte que eu sinto por todo o meu corpo. Onde fomos parar? eu queria ter a certeza que somos "nós" e não ele e ela... Eu vejo um buraco negro querendo levar meus sentimentos embora. Eles estão tentando se segurar mas logo eles não aguentarão mais e acabarão indo para lá e não irei saber mais de nada!!

Eu sou autodestrutiva, impulsiva, impaciênte e inconstante. A minha volta é simplismente sem nexo, pessoas cada vez mais deprimentes quando as vejo. Tudo parece tão complicado. Estou começando a ficar egoísta e louca! Não consigo pensar plenamente. Aparecem manchas estragando certas partes da minha história.
Vê meus machucados? São que nem minhas cicatrizes internas, cada vez aumentando mais e nunca acabam... Tenho cicatrizes demais para aguentar, preciso de uma "pomada" para deiminuir este fluxo de sangue que jorra! Parece que vou explodir. Preciso vomitar tudo que está aqui, comigo. Aonde está meu chão, meu ar, meu calor, minha vida, minha confiança, minha segurança, minhas estruturas, meu refúgio?
Não encontro isso agora, preciso mais do que nunca disso agora.
O que é perdão? Rancor? Raiva? Ciúme? Não sei, não sei.
Quando a guerra começa, sempre terá o lado que será derrotado, certo? Qual irá se tornar o dono dessas posses, apesar de todas estarem em um estado de lástima deplorável assim? Já não sei nem que lado recorrer.
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