Quanto mais penso que o chão está concreto, ele desaparece instantaneamente. Sempre mais motivos nascem para desabar minha estrutura.
Não é possível entender este sentimento ou pelo menos aparenta. Ele que chega até a sangrar, a chorar, e até mesmo, a gritar com toda esta situação nunca é observado aprofundamente, ou vista do outro ponto de vista.
O que tens criado? Um ser humano, cujo os sentimentos se tornaram aguçados bruscamente pelo seu desejo de conhece-los e abrir o caminho para que eles funcionem, e agora, quer que eles diminuam? O que vens prentendendo? O que pensas que este ser é? A sua resolução é de que eles sumam novamente, que o ser seja apenas a máscara que ele sempre quis ser e o mesmo tentou mudá-lo e que as palavras silenciosas muito significativas voltem para seu bem-próprio e sua liberdade seja um livre arbítrio amplo
...de prazer
...de pessoas
...de luxúria
...de bagunças
...de desavenças
...de entretenimento
...de tudo o que sua mente quiser.
E o mais importante, é claro, do meu silêncio.
Sim, a atitude foi negada a mesma fração de segundos que foi pedida. Quer que seja concedida? Ela será... Se aceitar perder ou pagar com algo do mesmo valor.
-
"Para experimentar um certa quantidade de felicidade você também deve experimentar a mesma quantidade de infelicidade, como pagamento. Em outras palavras: um ponto de vista mais alto exige um vale mais profundo."
sábado, julho 31
quinta-feira, julho 1
there's a sad history inside of me...
As histórias são sempre as mesmas;
Os amores são sempre intensos;
As amizades sempre presentes;
E a realidade sempre tão negligente.
Sempre fui uma doida, louca a sonhar, a acreditar e pensar, pensar, pensar!
Pensar em excesso, faz tão mal assim? Me tornei tão estúpida a tal ponto? O pensar é tão desnecessário como a maioria apresenta? Ai, mais questões a analisar...
Nunca fui dona de mim mesma, sempre fui dona de uma alma densa e desiquilibrada. Ela adora ver cores, ser diferente, aparentemente bem, acreditou sempre no desastre e no mal feito. Apesar de tudo isto sempre foi perfeccionista, detalhista, aleatória e inconciente, do mundo afora. Se tornara autista, sozinha e observadora. Isso é ruim demais?
De repente tornou-se uma pseudo simpática, meio amigável e mais faladora. Sinceramente foi estupidez querer tornar-se igual aos outros que sempre observou. Enorme por sinal.
Agora, o que essa pequena alma indecisa deseja é paz, uma paz jamais sentida antes - pelo menos por ela - e liberdade!
Os amores são sempre intensos;
As amizades sempre presentes;
E a realidade sempre tão negligente.
Sempre fui uma doida, louca a sonhar, a acreditar e pensar, pensar, pensar!
Pensar em excesso, faz tão mal assim? Me tornei tão estúpida a tal ponto? O pensar é tão desnecessário como a maioria apresenta? Ai, mais questões a analisar...
Nunca fui dona de mim mesma, sempre fui dona de uma alma densa e desiquilibrada. Ela adora ver cores, ser diferente, aparentemente bem, acreditou sempre no desastre e no mal feito. Apesar de tudo isto sempre foi perfeccionista, detalhista, aleatória e inconciente, do mundo afora. Se tornara autista, sozinha e observadora. Isso é ruim demais?
De repente tornou-se uma pseudo simpática, meio amigável e mais faladora. Sinceramente foi estupidez querer tornar-se igual aos outros que sempre observou. Enorme por sinal.
Agora, o que essa pequena alma indecisa deseja é paz, uma paz jamais sentida antes - pelo menos por ela - e liberdade!
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